Prevenção e tratamento de reações

Se sofre de alergia alimentar é importante ter atenção às seguintes situações:

  • Evicção do alimento: como nem sempre é necessária a evicção total e esta até pode ser contraproducente, é melhor que seja o médico a aconselhar o grau de evicção.
  • Ausência do consumo do ingrediente em questão e de todos os alimentos que o possam conter na sua composição. Para mais informação sobre os nomes técnicos pelos quais os produtos podem ser designados e aprender a interpretar os rótulos existentes nas embalagens dos produtos alimentares, consulte as nossas tabelas.
  • Contaminação cruzada. Este fenómeno acontece quando um produto considerado seguro tem contacto com algum alergénio. Esta situação pode acontecer durante a confecção da refeição, por exemplo, em situações em que os produtos são fritos em óleos previamente usados para fritar o alimento alergénico ou na utilização das mesmas bancadas, talheres ou recipientes ou outros utensílios para preparação e manuseamento de alimentos.

 

Intervenção em caso de reações

ATENÇÃO: Para poder intervir devemos ser capazes de reconhecer os sintomas apresentados pelo doente.

Usualmente, as pessoas que sofrem de alergia alimentar fazem-se acompanhar de medicação anti-histamínica e, por vezes, corticoide. Nos casos mais graves podem dispor de uma “caneta” de adrenalina/epinefrina autoinjectável, que permite iniciar rapidamente o tratamento de emergência em caso de reação que possa acarretar risco de vida. Para fazer uso de medicação injetável deve existir informação suficiente sobre o momento e modo de uso da mesma

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